Physical descriptionpp. 35-51SummaryEnsaio sobre a problemática do poder que procura abrir um espaço de reflexão e uma explicação para os acontecimento da Hungria e o regime soviético. A autonomia do político fundamentada na filosofia política ocidental conduz a uma lógica de separação entre o poder (o político) e o seu exercício (a política). Separadas as águas entre o político e a economia apresenta-se o paradoxo entre a máxima racionalidade e a máxima paixão que enformam o Estado, e assim sendo, ao estado soviético é criticado o facto de ignorar este paradoxo intrínseco a qualquer poder. Criticando-se apenas a actuação de Estaline não se explica como esta foi possível num estado socialista. Conclui-se com uma defesa da necessidade de activar mecanismos de controle e de crítica do poder de estado, só possível mediante a democratização da discussão, e relembra-se que o problema central da política é a liberdade.NotesNota explicativa sobre a proveniência do artigo (revista L'Esprit de Maio 1957) e o contexto do mesmo (Revolta de Budapeste e o relatório de Kruschschev ao Congresso do Partido Comunista da URSS)ConceptsSubjectsSingle Names RefCollective Names RefWorks
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