1ª série, N.º 46Agosto de 1912
Descrição físicapp. 74-75SumárioA organização social libertária: desenvolvimento da discussão teórica entre anarquistas socialistas e anarquistas individualistas; a necessidade do indivíduo se associar ao seu semelhante para alcançar o bem-estar; a sociedade idealizada funda-se na rejeição das relações de subordinação entre indivíduos, mas na cooperação equitativa entre todos; a autoridade como conceito inútil e parasitário que, inevitavelmente, será terminado com a edificação de uma sociedade baseada na ideia anarquista, onde a organização poderá prevalecer; o conceito de "partido anarquista" como colectividade que permite a entre-ajuda e a cooperação entre os seus membros; a inexistência de um programa rígido e inalterável; refutação da ideia generalizada que uma organização só se efectiva com a existência de autoridade; perfectibilizar a organização impedirá o surgimento de tentativas autoritárias de domínio do homem pelo homem; a imprensa como forma de propagandear a ideia anarquista; a perseguição política e o declínio do seu sucesso, caso existia uma organização libertária sólida.NotasContinua em: Nº 47 (Setembro de 1912), pp.82-83. Com indicação de: "Esta série tem um terceiro artigo, que já publicámos porém, em nosso N.º 35, como parte segunda dum estudo de Malatesta sobre o mesmo assunto. Essa segunda parte merece ser relida."ConceitosAssuntosNomes Geográficos
1ª série, N.º 46Agosto de 1912
Descrição físicap. 75SumárioA cultura patriótica e a jusitifcação de aquisição de armamento, por parte do Estado português: a conservação das colónias através do militarismo e da criação da identidade patriótica; afirma-se que o projecto colonial português teria mais sucesso se assentasse no desenvolvimento industrial dos territórios ocupados pelo Estado.ConceitosAssuntosObrasNomes Geográficos
1ª série, N.º 46Agosto de 1912
Descrição físicap. 75SumárioReflexão acerca da liberdade de expressão e a liberdade de imprensa: o direito de cada indivíduo se exprimir livremente, não sendo aceite uma censura de opinião; a tolerância pelas posições distintas que existem numa sociedade, salientando-se a necessidade de preservação do direito de expressão; as restrições de liberdade nos Estados Unidos da América e a necessidade do povo se manifestar contra os seus opressores, arriscando a prisão, mas defendendo o ideal de libertação humana.NotasCom indicação de: "Extracto dum discurso em defesa da liberdade de palavra".ConceitosAssuntosNomes Singulares CitadosObras
The Philadelphia Inquirer (Jornais), 1829-?
The Philadelphia Press (Jornais), 1857-1920
Nomes Geográficos
1ª série, N.º 46Agosto de 1912
Descrição físicapp. 75-76SumárioReflexão filosófica em forma de narrativa ficcionada: a queda de um indivíduo num fosso, após uma noite de luxúria; os curtos diálogos com seis transeuntes que caminham junto ao fosso; o primeiro nada faz para ajudar o indivíduo caído, por ser da sua responsabilidade encontrar-se naquele estado; o segundo observa poética e apaticamente o fenómeno da queda; os dois seguintes apresentam argumentos deterministas distintos em relação à queda do indivíduo no fosso (vontade divina e ciência); o quinto salienta que, apesar do sofrimento do indivíduo, este tem uma vida mais plena que qualquer outro; por fim, o último é descrito como uma personalidade bondosa que afirma que vai defender o desgraçado perante todos os outros; metáfora de crítica à apatia das elites que, embevecidas pelas ideias, rejeitam a acção e nada fazem para auxiliar o povo miserável.ConceitosAssuntos
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